E…
E aquela falta de ar repentina, aquele arrepio que sobe até
ao pescoço…?
E aquele sorriso tonto, quase infantil, puro e genuíno?
E aquele apertar, um aperto firme, sem magoar…?
E aquele entrelaçar de dedos, muito mais do que um “dar de
mãos”?
Aquele encostar de cabeças, aquele toque de rostos, o cheiro
dos cabelos…
E aquele toque, aquele cheiro, aquele sabor…
E aquele olhar… sim, aquele olhar!
E aquela dor? Aquele rasgar…
E aquele perder de forças… aquele puxar?
E o chão, o chão que foge dos pés…
E aquele sabor… amargo, metálico, que nos tolda o paladar…
Aquele frio, que gela… aquele vazio…
Aqueles dois, que foram um… agora… um, é um… o outro,
nenhum…
Recomeçar…
Sem comentários:
Enviar um comentário