segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Raio das covi......!

    Como é possível? Como? Assim, do nada? Assim, tão… fútil? Tão…

    Bem, devo confessar… sou um “fácil”… de apaixonar, ficar caidinho, entenda-se. Como já se dizia por aí: “Não pode ver uma burra de saias!”.

    Bem, em meu próprio abono, devo dizer que não é totalmente verdade. Sim, apaixono-me com alguma regularidade mas, diga-se e sublinhe-se, não acontece com tudo o que mexe. Ok, basta uma rapariga ser muito gira e (muito importante) ter uma boa personalidade e PUUFF!!! Já fui! Mas lá está, existe algum critério!.. ser gira e fofa :S

    Mas pronto, isso agora não interessa para nada! Ou, ao invés, interessa para tudo…

    E não é que uma amiga minha me diz assim: “olha lá esta minha amiga [NOME]. Vai ver ao face”. E pronto, o meu mundo nunca mais foi o mesmo. E eu nem sou muito de me impressionar com fotos. Isto porque, como todos sabemos, uma coisa são as fotos, outra é a realidade. Há pessoas que… vá lá… fotografam bem, digamos assim!!! Vai-se a ver, ao vivo, e… CREDO! Ai que medo!!!!!

    Tipo isto:




    Voltando ao essencial, fiquei perdido… e fiz a minha amiga saber aquilo que fez! Desgraçou-me!! Estava eu, sossegado da vida e vem ela e faz-me uma destas!!! Não há direito!!! Bolas, pá!!! E agora?? Grrrrrrr…..

    Mas eu, com o espírito crítico e científico que me caracteriza, pensei: “Calma, vamos lá entender o que se passa. Respira… Sossega… Compreende!” E Assim, fiz. Tentei analisar a coisa de um ponto de vista objectivo, científico e racional. E, claro, cheguei a uma conclusão: o problema foi encontrado! Já percebi tudo! O mistério foi desfeito! Tcharan!!! Não restam dúvidas! Foi isso!!!!
    Querem saber?? Ok, se chegaram até aqui, deve haver uma réstia de curiosidade. Então eu digo. O problema foi….:

    As covinhas!!!!

    Ela tem covinhas!!! Vocês sabem… aquelas covinhas nas bochechas, quando ri! Fogo, pá!!! Com covinhas eu não consigo lidar!!! SOCORRO!!!!


    Claro que obriguei a minha amiga a fazer alguma coisa. Como? Primeiro, fi-la sentir-se culpada por me deixar neste estado… hummm… desconfortável. Depois, alguma chantagem emocional: “Mas tu não queres a minha felicidade? Não me recomendarias à tua amiga?” Ok, aqui corri alguns riscos, mas tive o cuidado de fazer um “ar de cachorrinho abandonado”. Depois de tanto a chatear, ela lá fez algo: disse-lhe, por mensagem, que tinha um amigo que tinha gostado de uma foto em que estavam juntas. De resposta, veio um “LOL”… Mas pronto, um “lol” é um “lol” e todos sabemos o que significa: Nada! Não significa nada! Nem bem, nem mal.

    Agora, a minha amiga diz-me para meter conversa com ela. Eu, respondo que não: tenho vergonha e, para além disso, que mensagem é que estou a passar quando meto conversa com uma desconhecida? Que gostei da parte física? E o interior? A personalidade? A alma? O coração… Não! Isso não pode ser assim!

    Mas, enfim… É como diz aquela frase bonita que aparece, vezes sem conta, no Facebook: “Se queres que aconteça, faz”. Ao que eu acrescento: “Ou então, convence alguém a fazê-lo, por ti! Sê persuasivo! Se for preciso, faz chantagem! Implora! Faz birrinha! Bate o pé!”

    E, neste momento, vocês pensam: “Olha-me este parvo! Vê umas fotos e fica assim… tse, tse..”

Ao que eu respondo: “Meu caro/a: não sou diferente de ti! A única diferença é que eu tenho ‘cara-de-pau’ para vir escrever estas merdas num blog. Portanto, deixa-te de pseudo-moralismos da treta e dá-me sugestões! Vá, mexe-te! Não estamos a ficar mais novos!”

Beijinhos e abraços!

domingo, 2 de outubro de 2016

Encontros imediatos do 3º grau II

Olá!

Pensavam que a saga dos "Encontros imediatos do 3º grau" ia ficar-se pelo primeiro episódio?? Não, não!!!

Pois bem, hoje trago-vos o relato de um novo encontro fantástico!

Mais uma vez, primeiro encontro, combinado com naturalidade e espontaneadade. Algo do género: "às 21h30 no centro comercial de [local]". 

"Ok, deixa lá ver no gps, já que sou um desastre em orientação", pensei eu. Mesmo assim, mesmo com as ajudas da tecnologia, não é de confiar, eu perco-me sempre! Mas, chegada a hora, lá me faço ao caminho. E, para grande surpresa, ainda não era a hora marcada e já eu estava no centro comercial!
Fiz um pouco de tempo (expressão parva, na verdade) e, pouco depois, liga-me: 

- Então, já aí estás?
- Sim, sim, já cá estou!
- Ok, estou mesmo a chegar! Cinco minutos e estou aí. Estás em que zona?
- Estou mesmo em frente à Worten.
- Ok, até já!

Brilhante, não acham? Eu, pelo menos, lembro-me de me sentir orgulhoso. Afinal, cheguei ao sítio certo, antes da hora. Como tinha cinco minutos, resolvi dar uma volta pelas lojas ali ao pé. Passado um pouco, toca o telefone:

- Estou mesmo a chegar!
- Ok, eu cá estou, em frente à Worten (à medida que ia regressando ao local).
- Até já!

Passado um minuto ou dois:

- Sim? Estás mesmo onde?
- Em frente à Worten (e olhei para cima, a confirmar, não fosse ter-me enganado)
- Humm... eu estou também e não te vejo!

Aqui, começa-se a instalar o pânico: "Mau, o que é que pode estar a acontecer?" Mas ela, querida (e condescendente), continua:

- Então, mas diz-me: o que vês, quando estás de costas para a entrada da Worten?
- Vejo umas escadas rolantes...
- Oh, meu Deus [disse ela, baixinho]... estás no centro comercial errado! Não te mexas, eu já vou aí ter contigo!

Pois é... eu devia ter suspeitado! As coisas simples, comigo nunca são simples! Bolas, como é que eu não verifiquei se havia mais do que um centro comercial na zona? Porque segui as indicações para o primeiro que apareceu?

E lá fiquei eu, à espera, seguindo, rigorosamente, as últimas indicações: "Não te mexas!"

Começou bem, o encontro [NOT]. Felizmente, o resto da noite correu bem e com tranquilidade... porque foi ela a tomar as rédeas...

Se voltámos a sair? Não, mas fica o episódio para se rirem de mim...