Olá, caros!
Cá estou, de volta! Com mais um episódio desta série (de
terror ou comédia, conforme entenderem) que é a minha vida.
Antes de contar o sucedido, uma nota inicial: eu não
acredito muito em bruxas! Daquelas da vassoura e com o queixo alongado,
entendem? Aceito que hajam coisas que eu desconheço, respeito e tal… mas não
rejo a minha vida com base em superstições ou crenças desse género.
E porque é que estou com esta conversa? Pois bem, vou-vos
contar, já de seguida.
Um dia destes, fui ao supermercado comprar pão (sim, ao
mesmo da outra história, mas isso agora não é relevante). Aproveitei que lá
estava e comprei mais umas coisitas, nada de extraordinário. Na hora de pagar,
estava eu a pôr as coisas no carrinho (sim, porque eu levo sempre carrinho,
mesmo que seja só para um par de artigos) e, até aqui, tudo bem. Neste momento
é que acontece a primeira situação digna de nota. Sim, porque eu já topei as
tácticas das operadoras de caixa: ainda está um tipo a arrumar as coisas e elas
já estão: “Tem cartão? Quer saco? Contribuinte?”. Tudo isto com um único
intuito: baralhar a, já de si, minha pobre cabecinha! Devem topar-me ao longe…
Bem, adiante! Não me deixo levar, pago e cá vou eu. Chego a
casa, começo a arrumar as coisas e… nada de pão! “Ok, tem calma! Está no
carro!” E lá vou eu a descer as escadas, com atenção para ver se tinha caído a
meio caminho. Nada! Chego ao carro e… nada! Pensei: “Já sei! Quando fui pesar
as bananas, pousei o pão em cima da bancada das cebolas! Bolas!!! Ficou lá!”
Por via das dúvidas, fui confirmar, verificando se, no
talão, estava lá o pão. E não é que estava?! Eu paguei o pão! Até à caixa ele
chegou! “Já sei!!! Com as pressas dos cartões e contribuintes, deixei o pão lá,
depois de pagar!!! Grrrrrrrrrrrrrrr!”
“Pronto, amanhã tenho de improvisar no pequeno-almoço”,
pensei eu.
Um pouco de sensatez, aqui a meio: é óbvio que não considero
que a operadora de caixa tenha tido alguma culpa nesta situação. Eu é que sou
muito distraído.
E pronto, como eu não sou de esconder as parvoíces que faço,
cheguei a comentar o episódio com uma amiga minha: “És sempre a mesma coisa!
Essa cabecinha…!” E ela tem razão. E, desta vez, nem sequer havia “covinhas”
para me desestabilizar.
Conformei-me com a situação e continuei a minha vida. Acabaram
por se passar 3 ou 4 dias sem pão, mas sobrevivi.
Eis que, ontem, acontece algo de extraordinário! Mágico!
Assustador, ao mesmo tempo!
Vou à despensa buscar qualquer coisa, acto que terei feito
uma série de vezes nos últimos dias, e… olho em frente… mesmo à altura dos
olhos… e fico parado a olhar! Pasmado! Parvo! Estarrecido!
Na minha frente, solene, imperial e, ao mesmo tempo,
tranquilo, jaz um saco de pão, imaculado, pousado na prateleira. MESMO À FRENTE
DOS OLHOS!!!!!!
Como é possível??
Ora, regressando ao ponto inicial, eu não acredito em
bruxas. Deste modo, tenho de acreditar noutra triste realidade: eu sou uma
desgraça! É isto, não há outro termo! Devo ter ido pôr alguma coisa na despensa, pousei o saco do pão e ele ali ficou, invisível (aos meus olhos)...
Esteve ali, o tempo todo! Eu fui à despensa várias vezes,
tenho a certeza!
Primeira reacção? Ri-me muito, ora pois! Sim, porque eu
rio-me de mim mesmo. No final deste riso, naturalmente, veio o sentimento de
autocomiseração: “Bolas, ‘solteiro-nos-trintas’… estas coisas não te deviam
acontecer!”
Depois, pensei: “Bem, já que o pão apareceu, vamos comemorar
com uma sandocha!!!” E assim foi. Estava já um bocadinho rijo, é verdade… mas
soube que nem ginjas!!! :D
Pensando bem... tu não andas à procura de um amor - tu andas mesmo é à procura de uma emprega full time, com a cabeça no lugar e, já agora, com covinhas eheheheh
ResponderEliminar´PS: Não desesperas ó trintas, que eu já fui dar com a chave de casa no frigorífico, e só não perdi horas à procura, porque tinha chegado das compras e já não ia sair mais de casa - precisei de qualquer coisa e dei com elas, as chaves, ali mesmo à frente, fresquinhas :=))
Ahahah! Eu não procuro nada. Sou é um coração mole...
EliminarMas sim sou muito distraído. Curiosamente, vivi uns anos com uma pessoa parecida comigo, nesse aspecto (medo). Não chegava ao meu nível, mas pronto. às vezes a coisa descarrilava por completo. Mas lidávamos bem com isso.
Coisas destas acontecem-me constantemente. A solução? Rir e seguir ;)
Coração mole? - Não estarás mais para... coração roto
Eliminar:=))
A culpa não é minha!!! Vocês é que são giras!!!
EliminarÓ trintas tu não passas de um puto volúvel e nós já vos topamos à légua :=))
EliminarAhahah... talvez te surpreendesses... ;)
EliminarEu... Também não acredito em bruxas :=))
EliminarCerto. Mas não negues, à partida, aquilo que desconheces :D
Eliminaragahahahah
EliminarÓ trintas tu táste a fazer a moi? ahahahahah
Fiquei curioso com o sorriso charmoso ahahahhah
EliminarMas não é condição obrigatória ter covinhas?
Eliminaraiai aiai aiai já te disse que não tenho covinhas
és mesmo um volúvel ahahahah
Fazes parecer que tenho um "público-alvo"...
EliminarO que tenho é... uma pequena fraqueza com as ditas. Mas nem é condição "sine qua non" nem um critério único para me deixar "caidinho".
Mas o que digo é que, se calhar, poderei ser diferente da imagem que transpareço aqui. E eu entendo bem qual é ;)
ò trintas, tás a levar isto para o sério e eu só estou na brincadeira, só na brincadeira mesmo ahahahahah
EliminarPS: Claro que és diferente (não sei é quão diferente) mas presumo que não sejas essa pessoa que tentas (a brincar) fazer passar.
Qual levar a sério... ahahah! Já levamos demasiadas coisas a sério. ;)
EliminarMuito mais descansada ahahahahah
EliminarTambém já me aconteceu, mas foi com detergente para a roupa, tinha arrumado no armário da mercearia ;)
ResponderEliminarEu até o carro perco... nos centros comerciais habituais, tenho sempre de o deixar nos mesmos sítios. Nos novos, tiro fotos ao pilar com a identificação do pisa e do lugar :D
EliminarMais uma.... também tiro foto onde fica o carro ahahahah
EliminarAté já deixei o carro no café e vim a pé para casa. Depois andei uns 10 min. à procura do carro, a pensar que tinha sido roubado...
EliminarEheheh por acaso ainda pensei que o pão estivesse rijo "que nem cornos" e não desse para comer!! Afinal era pão do bom!!
ResponderEliminarDe vez em quando também perco o tino às coisas e o pior é que só dependo de mim para as encontrar. Por isso, muitas vezes o meu pensamento é "oh, há-de aparecer" e sigo com a minha vidinha...
Pois. A questão é que eu assumi mesmo que tinha deixado o pão na caixa.
EliminarEnfim...
És mesmo cromo! Isso é o que dá quando se é solteiro aos trinta! :P
ResponderEliminarVerdade! Mas solteiro aos trinta é uma condição muito particular.
EliminarUm dia abordo o tema, seriamente ;)
Solteiros aos 30 hoje, é normal e pode até denotar alguma maturidade
EliminarAnormal, é mesmo, divorciado aos 30 (embora já se vá vendo como a normalidade)
Bom dia trintas :=))
Até tenho medo do dia que abordares por aqui esse tema ;)
EliminarBom dia!
ResponderEliminarNão é preciso ter medo. As coisas são como são. Há quem escolha não ver, eu prefiro ver e não tenho quaisquer problemas em falar disso.
Mas percebo que vai haver muita gente indignada com o tema. ;)
Eu não sou divorciado, não sei se separado será o termo...
Estava a brincar ;)
EliminarAhh, mas é que vai ser mesmo polémico LOL
EliminarFarei para que assim seja :P
Fico à espera, logo verei se devo gastar tempo com o assunto :=))
EliminarDivorciado, separado, o que lhe queiram chamar, afinal, hoje,.
já tudo nasce descartável