Como é possível? Como? Assim, do nada? Assim, tão… fútil?
Tão…
Bem, devo confessar… sou um “fácil”… de apaixonar, ficar
caidinho, entenda-se. Como já se dizia por aí: “Não pode ver uma burra de
saias!”.
Bem, em meu próprio abono, devo dizer que não é totalmente
verdade. Sim, apaixono-me com alguma regularidade mas, diga-se e sublinhe-se,
não acontece com tudo o que mexe. Ok, basta uma rapariga ser muito gira e
(muito importante) ter uma boa personalidade e PUUFF!!! Já fui! Mas lá está,
existe algum critério!.. ser gira e fofa :S
Mas pronto, isso agora não interessa para nada! Ou, ao
invés, interessa para tudo…
E não é que uma amiga minha me diz assim: “olha lá esta
minha amiga [NOME]. Vai ver ao face”. E pronto, o meu mundo nunca mais foi o
mesmo. E eu nem sou muito de me impressionar com fotos. Isto porque, como todos
sabemos, uma coisa são as fotos, outra é a realidade. Há pessoas que… vá lá…
fotografam bem, digamos assim!!! Vai-se a ver, ao vivo, e… CREDO! Ai que
medo!!!!!
Tipo isto:
Voltando ao essencial, fiquei perdido… e fiz a minha amiga
saber aquilo que fez! Desgraçou-me!! Estava eu, sossegado da vida e vem ela e
faz-me uma destas!!! Não há direito!!! Bolas, pá!!! E agora?? Grrrrrrr…..
Mas eu, com o espírito crítico e científico que me
caracteriza, pensei: “Calma, vamos lá entender o que se passa. Respira…
Sossega… Compreende!” E Assim, fiz. Tentei analisar a coisa de um ponto de
vista objectivo, científico e racional. E, claro, cheguei a uma conclusão: o
problema foi encontrado! Já percebi tudo! O mistério foi desfeito! Tcharan!!!
Não restam dúvidas! Foi isso!!!!
Querem saber?? Ok, se chegaram até aqui, deve haver uma
réstia de curiosidade. Então eu digo. O problema foi….:
As covinhas!!!!
Ela tem covinhas!!! Vocês sabem… aquelas covinhas nas
bochechas, quando ri! Fogo, pá!!! Com covinhas eu não consigo lidar!!! SOCORRO!!!!
Claro que obriguei a minha amiga a fazer alguma coisa. Como?
Primeiro, fi-la sentir-se culpada por me deixar neste estado… hummm…
desconfortável. Depois, alguma chantagem emocional: “Mas tu não queres a minha
felicidade? Não me recomendarias à tua amiga?” Ok, aqui corri alguns riscos,
mas tive o cuidado de fazer um “ar de cachorrinho abandonado”. Depois de tanto a
chatear, ela lá fez algo: disse-lhe, por mensagem, que tinha um amigo que tinha
gostado de uma foto em que estavam juntas. De resposta, veio um “LOL”… Mas
pronto, um “lol” é um “lol” e todos sabemos o que significa: Nada! Não
significa nada! Nem bem, nem mal.
Agora, a minha amiga diz-me para meter conversa com ela. Eu,
respondo que não: tenho vergonha e, para além disso, que mensagem é que estou a
passar quando meto conversa com uma desconhecida? Que gostei da parte física? E
o interior? A personalidade? A alma? O coração… Não! Isso não pode ser assim!
Mas, enfim… É como diz aquela frase bonita que aparece,
vezes sem conta, no Facebook: “Se queres que aconteça, faz”. Ao que eu
acrescento: “Ou então, convence alguém a fazê-lo, por ti! Sê persuasivo! Se for
preciso, faz chantagem! Implora! Faz birrinha! Bate o pé!”
E, neste momento, vocês pensam: “Olha-me este parvo! Vê umas
fotos e fica assim… tse, tse..”
Ao que eu respondo: “Meu caro/a: não sou diferente de ti! A
única diferença é que eu tenho ‘cara-de-pau’ para vir escrever estas merdas num
blog. Portanto, deixa-te de pseudo-moralismos da treta e dá-me sugestões! Vá,
mexe-te! Não estamos a ficar mais novos!”
Beijinhos e abraços!
